O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) libera todos os meses uma lista para que os interessados se inscrevam. As vagas são limitadas, portanto não deixem de se inscrever!
Caso as vagas não sejam preenchidas no dia, é possível esperar lá por uma vaga.
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Neste romance enérgico, Sang Young Park faz um retrato irônico e comovente da solidão dos millennials e das alegrias e desventuras da vida queer em Seul. Em Regras do amor na cidade grande, semifinalista do Booker Prize 2022, acompanhamos a história de um jovem gay em busca da felicidade na solitária cidade coreana.
Young é um jovem coreano que, entre os estudos e o trabalho, vive intensamente as noites de Seul e coleciona homens que conhece no Tinder. Ele e Jae-hee ― sua melhor amiga, com quem divide apartamento ― frequentam bares próximos, onde deixam de lado as preocupações sobre vida amorosa, família e dinheiro se jogando em rodadas de soju e cigarros que guardam no freezer.
No entanto, com o tempo, tudo muda, até mesmo Jae-hee. Depois de muitas desilusões amorosas e uma vida de solteira intensa, ela decide se casar, para surpresa do amigo. Young, então, passa a morar sozinho e divide o tempo entre alguns empregos ― para pagar as contas ―, a escrita e os cuidados com a mãe, com quem tem uma relação complicada e que foi diagnosticada com câncer em estágio avançado.
Na ânsia por se livrar do constante sentimento de solidão, Young busca companhia em uma série de homens, e cada um tem um impacto diferente em sua vida. Entre eles, um homem mais velho e politizado, mas que demonstra dificuldades em assumir sua orientação sexual; outro que lhe deixa algo que terá de carregar por toda a vida; e um que pode acabar sendo seu grande amor.
Regras do amor na cidade grande é um romance que, com boas doses de humor irônico, apresenta um retrato nu e cru dos dilemas e preconceitos sofridos por um homem gay millennial na Coreia do Sul, além de nos fazer refletir de modo profundo sobre temas delicados da vida contemporânea. Ao acompanhar o amadurecimento de Young, experimentamos, de maneira visceral, o esforço pelo direito de ser quem somos e a solidão e as alegrias que emergem do amor.
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